Recentemente, observei um fenômeno bastante interessante, que é o mercado de criptomoedas se tornando cada vez mais mainstream, e algumas plataformas de empréstimo tradicionais também começaram a repensar seu posicionamento. A Nexo, essa empresa suíça, é um exemplo típico; eles anunciaram recentemente um plano de rebranding, passando de uma plataforma de empréstimos simples para uma gestão de riqueza em ativos digitais, refletindo as mudanças na demanda do mercado como um todo.



Falando em demanda de mercado, de acordo com uma pesquisa feita pela própria Nexo, 67,9% das pessoas de alto patrimônio agora veem ativos digitais como uma solução de riqueza de longo prazo, e 72% dos investidores de varejo também consideram os criptoativos uma parte importante na alocação de riqueza. O que esses dados indicam? Que a atitude das pessoas em relação aos ativos digitais realmente mudou, deixando de ser apenas especulação, para considerar seriamente a alocação de ativos.

Percebi que a reestruturação da Nexo desta vez foi bastante significativa. Eles não apenas lançaram uma nova identidade de marca, mas, mais importante, introduziram a primeira conta pessoal em dólares do setor, permitindo que usuários de mais de 150 países abram contas em dólares, euros e libras esterlinas. O que isso significa? Significa que os usuários podem fazer transações transfronteiriças de forma mais conveniente, depositar e retirar fundos via banco, o que realmente resolve uma dor de cabeça para instituições e clientes de alto patrimônio.

O que me atrai ainda mais é a parceria com a Mastercard. O lançamento do Nexo Card permite que os usuários consumam diretamente com ativos criptográficos, um avanço prático na aplicação real. Os usuários podem fazer compras em 92 milhões de comerciantes globalmente, desfrutando de um limite de crédito de 90% do valor dos ativos digitais, e uma isenção de taxas de câmbio de até 20 mil euros por mês. Essa configuração é bastante pensada e cuidadosa.

No aspecto de produtos, a Nexo lançou um pacote de produtos 360°, incluindo opções de rendimento flexível e fixo, mais de 1.500 pares de negociação, futuros de criptomoedas, swaps de preços-alvo e outras ferramentas avançadas. Para diferentes tipos de investidores, as opções realmente aumentaram.

Mas o que considero mais importante é o desempenho da Nexo em segurança e conformidade. Na crise de criptomoedas de 2022, a BlockFi e Celsius faliram uma após a outra, e o mercado caiu ao fundo do poço. A Nexo, no entanto, demonstrou uma operação sólida naquele momento, sem problemas, e até aproveitou a oportunidade para ganhar participação de mercado. Essa reestruturação de marca também reflete seu foco na segurança.

Hoje, a Nexo já possui licenças na Austrália, Hong Kong, Itália e outros países, além de certificações ISO 27017 e ISO 27018. Os fundos dos usuários são armazenados em plataformas de custódia de ponta, como Ledger Vault e FireBlocks. Desde sua fundação em 2018, o volume de transações ultrapassou 320 bilhões de dólares, com um total de empréstimos de 8 bilhões de dólares e pagamento de quase 945 milhões de dólares em juros. Esses números demonstram que a Nexo acumulou uma certa experiência nesse setor.

Em resumo, essa reestruturação da Nexo não é apenas uma troca de logo, mas uma adaptação à tendência de mudança do mercado, de especulação para investimento. Com a integração cada vez maior entre ativos digitais e investimentos tradicionais, plataformas que oferecem gestão de riqueza tudo-em-um certamente terão um espaço maior para crescer. Quem tiver interesse em aprofundar, pode dar uma olhada nos produtos deles por conta própria.
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